O Burrico de Balaão

Em homenagem ao tal simpático e sensato bichinho.

Sobre o Estado Teocrático, por Jesus Cristo.

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“Respondeu Jesus: O meu reino não é deste mundo.”

João 18:36, parte a (grifo meu)

 

 

Escrito por lr3n4t007

11/29/2009 em 20:46

Exegi…

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Exegi…

 

Eu penso em Horácio,

Em seu monumento,

Na perenidade

Dos versos, da obra…

 

Mas o fogo faz

Do meu pensamento,

Dos versos de Horácio,

Dos meus livros – cinzas.

 

P.S.: publicação devida à leitura deste texto de Érico Nogueira.

Escrito por lr3n4t007

11/28/2009 em 00:54

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Quadra

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Senhor, queria dar-te um verso

Inédito, um novo canto,

Mas os anjos fazem o inverso:

Repetem Santo, Santo, Santo.

Escrito por lr3n4t007

11/26/2009 em 23:33

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Dístico Pio.

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Nós te queimaremos vivo

Pois é pecado matar

Escrito por lr3n4t007

11/22/2009 em 00:50

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Nota sobre Nietzsche.

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“Na Escola Bélica da Vida — O que não me faz morrer me torna mais forte.”

Friedrich Nietzsche,  Crepúsculo dos Ídolos,  Máximas e Sátiras, 8

Não sei quanto a vocês, mas a mim isso soa muito – mas muuuuuuuuito auto-ajuda. O quê vocês acham???

Escrito por lr3n4t007

11/20/2009 em 18:07

Ahmadinejad vem aí… ( sem olê, olê, olá…)

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E antes que ele chegue, é bom que você leia esta notícia, do Portas Abertas:  Acusado de atentado em Israel é [foi] eleito novo ministro da Defesa.

Surpreendido?? Então, leia um pouco, no mesmo site, sobre a [falta de] liberdade religiosa no país.

E não nos esqueçamos de Neda.

Escrito por lr3n4t007

11/18/2009 em 15:05

Nota sobre o Eclesiastes.

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O Eclesiastes é o livro da Bíblia predileto de 11,5 entre 10 céticos, pessimistas, niilistas e coisas do gênero. E eu me pregunto: será que eles leram todo o livro?

Eis os versículos finais do livro:

  De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo homem.  Porque Deus há de trazer a juízo todas as obras, até as que estão escondidas, quer sejam boas, quer sejam más. ( Ec: 12: 13-14)

Escrito por lr3n4t007

11/14/2009 em 00:36

Nota (e depoimento) sobre o apagão de ontem (10/11/2009)

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Eu estava na Faculdade de Direito do Largo São Francisco, USP, fazendo um a optativa livre, ( eu sou da Letras-FFLCH) quando a energia apagou.  Pra não falar que não tinha nenhuma luz de emergência no prédio, tinha duas – uma em cada elevador inutilizado. E eu posso apostar R$3,00 que na Letras ( e nos outros prédios da  FFLCH) não tem uma única lampadinha de emergência sequer, já que o elevador de lá nem funciona…

Quer dizer, a USP não está pronta para emergências…

Sai do prédio, peguei meu carro no estacionamento, Rua Riachuelo – breu, desci-a, fiz o retorno por cima do túnel do Anhangabaú e cai na Vinte e Três de Maio, seguindo-a todo o Corredor Norte-Sul e mais metade da  Av. Guarapiranga , onde moro.  Era estranho: pelas janelas dos prédios comercias e de corredores de alguns condomínios residenciais, podia-se ver luzes de emergência, daquelas de neon, meio azuladas, acesas; na rua, entretanto, não havia um, uminha luz de poste acesa em todo o trajeto de mais de 20KM, saido do centrão e passando por trechos importantes da cidade. Farol ( semáforo ou sinal, pra que não é de SP) então…

Quer dizer, a iluminação pública não está pronta para emergências…

Vi polícia na rua, ams não mais que o normal. Quer dizer…

Excessão à total imcompetência foi a CET, Companhia de Engenharia de Tráfego se SP, que já estava no perigoso cruzamento da Guarapiranga com a Guido Caloi, orientando o trânsito. Mas não sei se também não estavam multando… Mas não estava em alguns cruzamentos da Av. Washington Luis, não conseguindo alguns carros cruzá-la.

Escrito por lr3n4t007

11/11/2009 em 22:32

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Parabéns, Capitalismo !!!

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Pelos 20 anos da queda do Muro de Berlim.

P.S.: como eu disse lá atrás, o aniversário repercutiu muito, muito, muuuuuuuuuuuuito menos do que eleição do Obama. Infelizmente.

Escrito por lr3n4t007

11/09/2009 em 23:51

Haikai

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pisco, piscas

 somos a nós mesmo

 peixes, iscas

Escrito por lr3n4t007

11/04/2009 em 20:50

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3 Poemas Cristãos

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Memorial

 

Lembra-te do teu Criador nos dias da tua mocidade,

antes que venham os maus dias,

e cheguem os anos dos quais dirás:

Não tenho neles prazer;

Eclesiastes 12:1.

 

 

Antes que eu não possa me valer do meu braço nem comer do trabalho das minhas mãos,

E não fique claro que eu Te amo com toda a minha força;

 

Antes que minha cabeça não guarde mais minhas memórias nem alinhe meus raciocínios nem dê nexo ao meus pensamentos,

E não fique claro que eu Te amo com todo o meu entendimento;

 

Antes que meus ossos se enfraqueçam e os meus joelhos se desconjuntem,

E não fique claro que eu me prostro ante a Ti;

 

Antes que minha vista se escureça e eu não veja mais a luz,

E não fique claro que meus olhos estão em Ti;

 

Antes que minha boca perca os dentes e meus olhos percam o brilho,

E não fique claro que és minha alegria;

 

Antes que eu não atenda mais quando me chamarem pelo nome nem me alegre mais com o som de pandeiros e tamborins,

E não fique claro que dou ouvidos à Tua Palavra;

 

Antes que eu possa mais me assentar à mesa para saborear do banquete e me alegrar ao sabor do vinho nem me deitar com a mulher da minha mocidade na minha cama,

E não fique claro que meu prazer está em Ti;

 

Antes que eu perca pai e mãe, e que meus amigos e irmãos se vão, e que a minha amada não esteja mais ao meu lado,

E não fique claro que eu Te amo mais que todos;

 

Enfim,

Antes que a morte chegue,

E não fique claro que eu Te amo com toda a minha vida;

 

Eu me lembrarei, SENHOR,

Sim, eu me lembrarei de Ti.

 *

Aleluias

 

Ao Deus que é Fonte de Água Viva

Aleluia!

Ao Deus que é Fogo Consumidor

Aleluia!

Ao Deus do Gênesis

Aleluia!

Ao Deus do Apocalipse

Aleluia!

Ao Leão de Judá

Aleluia!

Ao Cordeiro de Deus

Aleluia!

Ao Príncipe da Paz

Aleluia!

Ao Senhor dos Exércitos

Aleluia!

Ao Menino que nos nasceu

Aleluia!

Ao Ancião de Dias

Aleluia!

Ao Eterno

Aleluia!

Ao Que morreu por nós

Aleluia!

Ao Único Deus

Aleluia!

Ao Pai

Ao Filho

Ao Espírito Santo

Aleluia!

Aleluia!

Aleluia!

 *

Masquil.

 

Perdoa-nos, Pai Nosso, perdoa-nos a nós,

Tem misericórdia de mim e de meus irmãos,

Pois chamamos ao Senhor Pai, e atendemos por Teus filhos,

Mas andamos como bastardos, como filhotes de chocadeira.

Ensinaste a nós, mas nós nada aprendemos,

Somos como o que nunca o pai repreendeu.

Nos fizeste a Tua imagem, conforme a tua semelhança,

Mas nada em nós se assemelha a Ti, e nada em nós Te lembra;

Nos vendo, ninguém diz: “ São a cara do Pai,

Vê-se que certamente estes são filhos de Deus!”

Pois Teus olhos se agradam do que é bom

E se irritam com tudo que não é bom,

Mas nós fechamos os olhos para o bem

E os arregalamos para o mal;

Teus ouvidos amam os sinceros

E não suportam os falsos,

Mas nós somos surdos para a verdade

E de longe escutamos a mentira;

Da Tua boca só sai palavras retas

E não há engano algum nela,

Mas nossos lábios são impuros,

Nem se lembram como se diz a verdade;

Tua mão levanta o caído,

Tua destra abate os orgulhosos,

Mas nós afagamos os soberbos com a direita

E esmurramos os humildes com a canhota;

Teus pés correm para os que clamam por Ti,

A passos largos vens socorrê-los,

Mas nós os enxotamos a pontapés

E de Ti mesmo nós fugimos, Senhor.

Perdoa-nos, Senhor, perdoa-nos oh Pai,

Nós somos os Teus filhos, e como Teu Filho queremos ser.

Escrito por lr3n4t007

10/19/2009 em 19:34

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Nota sobre Honduras, em particular, e a América Latina, em geral: Livro XI, Cap. IV, D’O espírito das Leis, de Montesquieu.

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CAPÍTULO IV Continuação do mesmo assunto

 ”A democracia e a aristocracia não são Estados livres por natureza. A liberdade política só se encontra nos governos moderados. Mas ela nem sempre existe nos Estados moderados; só existe quando não se abusa do poder; mas trata-se de uma experiência eterna que todo homem que possui poder é levado a dele abusar; ele vai até onde encontra limites. Quem, diria! Até a virtude precisa de limites.

Para que não se possa abusar do poder, é preciso que, pela disposição das coisas, o poder limite o poder. Uma constituição pode ser tal que ninguém seja obrigado a fazer as coisas a que a lei não obriga e a não fazer aquelas que a lei permite.”

P.S. 1 : cito de uma tradução não identificada que corre pela internet. Daí, a não identificação do autor. Se alguém souber, por favor, me avise.

P.S.2: o capítulo é continuação de cap. III, Que é liberdade.

P.S.3 : grifos e itálicos meus.

Escrito por lr3n4t007

09/27/2009 em 22:05

Haikai

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Teus olhos castanhos

São tão vivos, são tão belos,

Mas são tão estranhos…

Escrito por lr3n4t007

09/26/2009 em 01:24

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Gigante

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Gigante

 

Como um gigante, Senhor,

Fizeste-me como um gigante;

Sendo eu pequeno

Fizeste-me como um gigante

Com os pé pisando este chão

E a cabeça nos céus, lá no alto…

Escrito por lr3n4t007

09/19/2009 em 01:20

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Minha história – quer dizer, a do meu dono….

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NÚMEROS 22

1 ¶ Tendo partido os filhos de Israel, acamparam-se nas campinas de Moabe, além do Jordão, na altura de Jericó.
2  Viu, pois, Balaque, filho de Zipor, tudo o que Israel fizera aos amorreus;
3  Moabe teve grande medo deste povo, porque era muito; e andava angustiado por causa dos filhos de Israel;
4  pelo que Moabe disse aos anciãos dos midianitas: Agora, lamberá esta multidão tudo quando houver ao redor de nós, como o boi lambe a erva do campo. Balaque, filho de Zipor, naquele tempo, era rei dos moabitas.
5  Enviou ele mensageiros a Balaão, filho de Beor, a Petor, que está junto ao rio Eufrates, na terra dos filhos do seu povo, a chamá-lo, dizendo: Eis que um povo saiu do Egito, cobre a face da terra e está morando defronte de mim.
6  Vem, pois, agora, rogo-te, amaldiçoa-me este povo, pois é mais poderoso do que eu; para ver se o poderei ferir e lançar fora da terra, porque sei que a quem tu abençoares será abençoado, e a quem tu amaldiçoares será amaldiçoado.
7  Então, foram-se os anciãos dos moabitas e os anciãos dos midianitas, levando consigo o preço dos encantamentos; e chegaram a Balaão e lhe referiram as palavras de Balaque.
8  Balaão lhes disse: Ficai aqui esta noite, e vos trarei a resposta, como o SENHOR me falar; então, os príncipes dos moabitas ficaram com Balaão.
9  Veio Deus a Balaão e disse: Quem são estes homens contigo?
10  Respondeu Balaão a Deus: Balaque, rei dos moabitas, filho de Zipor, os enviou para que me dissessem:
11  Eis que o povo que saiu do Egito cobre a face da terra; vem, agora, amaldiçoa-mo; talvez eu possa combatê-lo e lançá-lo fora.
12  Então, disse Deus a Balaão: Não irás com eles, nem amaldiçoarás o povo; porque é povo abençoado.
13  Levantou-se Balaão pela manhã e disse aos príncipes de Balaque: Tornai à vossa terra, porque o SENHOR recusa deixar-me ir convosco.
14  Tendo-se levantado os príncipes dos moabitas, foram a Balaque e disseram: Balaão recusou vir conosco.
15 ¶ De novo, enviou Balaque príncipes, em maior número e mais honrados do que os primeiros,
16  os quais chegaram a Balaão e lhe disseram: Assim diz Balaque, filho de Zipor: Peço-te não te demores em vir a mim,
17  porque grandemente te honrarei e farei tudo o que me disseres; vem, pois, rogo-te, amaldiçoa-me este povo.
18  Respondeu Balaão aos oficiais de Balaque: Ainda que Balaque me desse a sua casa cheia de prata e de ouro, eu não poderia traspassar o mandado do SENHOR, meu Deus, para fazer coisa pequena ou grande;
19  agora, pois, rogo-vos que também aqui fiqueis esta noite, para que eu saiba o que mais o SENHOR me dirá.
20  Veio, pois, o SENHOR a Balaão, de noite, e disse-lhe: Se aqueles homens vieram chamar-te, levanta-te, vai com eles; todavia, farás somente o que eu te disser.
21  Então, Balaão levantou-se pela manhã, albardou a sua jumenta e partiu com os príncipes de Moabe.
22 ¶ Acendeu-se a ira de Deus, porque ele se foi; e o Anjo do SENHOR pôs-se-lhe no caminho por adversário. Ora, Balaão ia caminhando, montado na sua jumenta, e dois de seus servos, com ele.
23  Viu, pois, a jumenta o Anjo do SENHOR parado no caminho, com a sua espada desembainhada na mão; pelo que se desviou a jumenta do caminho, indo pelo campo; então, Balaão espancou a jumenta para fazê-la tornar ao caminho.
24  Mas o Anjo do SENHOR pôs-se numa vereda entre as vinhas, havendo muro de um e outro lado.
25  Vendo, pois, a jumenta o Anjo do SENHOR, coseu-se contra o muro e comprimiu contra este o pé de Balaão; por isso, tornou a espancá-la.
26  Então, o Anjo do SENHOR passou mais adiante e pôs-se num lugar estreito, onde não havia caminho para se desviar nem para a direita, nem para a esquerda.
27  Vendo a jumenta o Anjo do SENHOR, deixou-se cair debaixo de Balaão; acendeu-se a ira de Balaão, e espancou a jumenta com a vara.
28  Então, o SENHOR fez falar a jumenta, a qual disse a Balaão: Que te fiz eu, que me espancaste já três vezes?
29  Respondeu Balaão à jumenta: Porque zombaste de mim; tivera eu uma espada na mão e, agora, te mataria.
30  Replicou a jumenta a Balaão: Porventura, não sou a tua jumenta, em que toda a tua vida cavalgaste até hoje? Acaso, tem sido o meu costume fazer assim contigo? Ele respondeu: Não.
31  Então, o SENHOR abriu os olhos a Balaão, ele viu o Anjo do SENHOR, que estava no caminho, com a sua espada desembainhada na mão; pelo que inclinou a cabeça e prostrou-se com o rosto em terra.
32  Então, o Anjo do SENHOR lhe disse: Por que já três vezes espancaste a jumenta? Eis que eu saí como teu adversário, porque o teu caminho é perverso diante de mim;
33  a jumenta me viu e já três vezes se desviou de diante de mim; na verdade, eu, agora, te haveria matado e a ela deixaria com vida.
34  Então, Balaão disse ao Anjo do SENHOR: Pequei, porque não soube que estavas neste caminho para te opores a mim; agora, se parece mal aos teus olhos, voltarei.
35  Tornou o Anjo do SENHOR a Balaão: Vai-te com estes homens; mas somente aquilo que eu te disser, isso falarás. Assim, Balaão se foi com os príncipes de Balaque.
36 ¶ Tendo Balaque ouvido que Balaão havia chegado, saiu-lhe ao encontro até à cidade de Moabe, que está nos confins do Arnom e na fronteira extrema.
37  Perguntou Balaque a Balaão: Porventura, não enviei mensageiros a chamar-te? Por que não vieste a mim? Não posso eu, na verdade, honrar-te?
38  Respondeu Balaão a Balaque: Eis-me perante ti; acaso, poderei eu, agora, falar alguma coisa? A palavra que Deus puser na minha boca, essa falarei.
39  Balaão foi com Balaque, e chegaram a Quiriate-Huzote.
40  Então, Balaque sacrificou bois e ovelhas; e deles enviou a Balaão e aos príncipes que estavam com ele.
41  Sucedeu que, pela manhã, Balaque tomou a Balaão e o fez subir a Bamote-Baal; e Balaão viu dali a parte mais próxima do povo.

A história de “meu dono” continua pelo livro de Números.

Escrito por lr3n4t007

09/14/2009 em 00:37

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